segunda-feira, 29 de abril de 2013

TC (2): A ida à Lua em 1969

in hq.nasa.gov

No dia 20 de Julho de 1969, o mundo assistia ao maior feito da humanidade: o astronauta Neil Armstrong era o primeiro homem a pisar na Lua, proclamando a célebre frase "Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade".


Aquele extraordinário feito pertenceu à missão Apollo 11, a quinta missão tripulada do Programa Apollo da NASA, a primeira a pousar na Lua. Após quatro dias de expedição, com a transmissão televisiva milhões de telespectadores em todo o mundo.

Contextualização

Estava-se em plena Guerra Fria é a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indirectos entre os Estados Unidos e a União Soviética, compreendendo o período entre o final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e a extinção da União Soviética, em 1991. Em resumo, foi um conflito de ordem política, militar, tecnológica, económica, social e ideológica entre as duas nações e suas zonas de influência.

Ambas as potências disputavam a conquista do Espaço. 

A União Soviética foi a primeira a dar início à corrida espacial no ano de 1957, com o lançamento do Sputnik 1, o primeiro satélite feito pelo homem a orbitar o planeta Terra. No mesmo ano, os soviéticos lançaram o Sputnik 2 que levava a bordo da nave o primeiro ser vivo a sair do planeta: a cadela Laika.

Em 1958, foi a vez dos Estados Unidos entrarem na corrida, lançando o Explorer I. Mas a União Soviética estava sempre um passo mais à frente, pois em 1961 os soviéticos conseguiram lançar a Vostok 1, tripulada por Yuri Gagarin, o primeiro ser humano a ir ao espaço e regressar à Terra são e salvo.

E assim cresceu uma rivalidade entre as duas potências, levando o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, a prometer enviar americanos à Lua e trazê-los de volta até ao final da década. A resposta soviética resultou no alcance da Lua, todavia, em missões não tripuladas, devidos a falhas, nomeadamente com as missões Zond 5 e Zond 6 (1968). Por seu turno, no mesmo ano, os Estados Unidos conseguiram enviar a missão tripulada Apollo 8 a uma órbita lunar.

O passo seguinte passava necessariamente por conseguir poisar na Lua. O que acabaria por se concretizar com a missão Apollo 11, com os cosmonautas Neil Armstrong e Edwin Aldrin a tornaram-se nos primeiros humanos a caminhar num outro corpo celeste.

A Teoria da Conspiração

A teoria da conspiração em torno da ida à Lua teve início em 2001, quando a Fox Television transmitiu um programa - FOX Special - Conspiracy Theory: Did we land on the Moon?, em que foram revelados diversos indícios de fraude.

Para além das filmagens, cuja qualidade era muito reduzida, existem inúmeras fotos que os cosmonautas tiraram, algumas delas disponíveis no site da Nasa. E são precisamente algumas dessas fotos que levantam dúvidas quando ao que se consegue observar e às contradições que certos pormenores nelas nos levantam. Mais, não se consegue entender por que razão a NASA apagaria os filmes efectuados dada a importância daquele feito.

in hq.nasa.gov

Esta foto apresenta sombras em três direcções diferentes, num local onde a única fonte de luz seria a o Sol, pelo que, em princípio, quaisquer sombras deveriam estar na mesma direcção. Ora a explicação dada é de que se trata de uma montagem de várias fotos para compor uma imagem panorâmica.

E o facto do módulo estar mesmo ao lado de uma cratera, sujeito a cair?

in hq.nasa.gov

in hq.nasa.gov

Vejamos agora estas duas fotos: Como seria possível a Terra aparecer tão próxima numa e tão distante noutra? De acordo com a NASA, a distância média entre a Terra e a Lua é de 384.400 km, podendo variar de 363.300 a 405.500 km. Considerando que a viagem ocorresse precisamente no período em que a Lua estivesse mais distante da Terra, tal diferença não justificaria uma disparidade no tamanho da Terra, tal como vemos nas fotos acima.

in hq.nasa.gov

A Lua não tem atmosfera, pelo que as temperaturas variam entre 100°C e 150°C negativos. Por isso os astronautas utilizam fatos especiais para se protegerem quer das radiações solares, quer das temperaturas negativas. Como tal, a alunagem teria de acontecer num local o mais ameno possível. E esse local foi no meio da penumbra, onde ainda não era nem dia nem noite. 

E o problema reside precisamente na penumbra, pois enquanto Buzz Aldrin descia do módulo lunar, seria impossível ficar visível enquanto se encontrava no meio de uma sombra, sobretudo quando a ún ica fonte de luz era o Sol. A explicação dada é que para além do Sol, a Terra reflecte a luz solar de modo semelhante ao que acontece na Terra em noites de lua cheia.

Outro acto intrigante reside na nitidez das fotografias. É que tais temperaturas afectariam os rolos de fotografia. 

in hq.nasa.gov

Agora, segue-se talvez a mais polémica foto, com Buzz Aldrin junto à bandeira americana, aparentemente a ondular, quando não existe vento na Lua, e a gravidade é um sexto da que existe na Terra. Aqui, a explicação é simples: a bandeira tem uma barra de alumínio em cima e encontra-se amarrotada. Aliás consegue ver-se isso no filme da colocação simbólica da bandeira em solo lunar.

A mesma foto revela um solo cheio de pegadas, o que não deveria acontecer devido à ausência de humidade na Lua, a qual se deve à ausência de atmosfera. Desta vez, a explicação é a de que a Lua está coberta por um pó muito fino e poroso, semelhante ao cimento ou à cinza vulcânica, permitindo que fiquem impressões gravadas na sua superfície.

in hq.nasa.gov

A explicação é plausível, mas, então, porque é que, aquando da alunagem, os propulsores do módulo lunar não deixaram nenhum tipo de cratera nem os seus pés apresentavam pó? Que é feito da cratera que vê na primeira foto panorâmica?

 in hq.nasa.gov

Perguntas sem resposta

Outro facto intrigante é a ausência de estrelas. Supostamente, estas deveriam estar mais nítidas, vistas a partir da Lua, mas, em vez disso, apenas vemos um fundo totalmente escrito. Segundo os cépticos, esta é um indício de utilização de luz artificial e fundos pretos para criar o ambiente espacial.

Se estivermos em locais sem (ou com reduzida) iluminação artificial conseguimos ver muitas estrelas. Algo que a nossa atmosfera só não é possível caso o tempo esteja nebulado ou com nevoeiro. A ausência de estrelas nas fotos da missão Apollo 11 baseia-se na limitação da fotografia na época, em que, para se conseguir captar as estrelas, os astronautas teriam que utilizar uma “exposição” alta na camara fotográfica, o que, com o brilho do Sol, os negativos queimar-se-iam.

Outro pormenor prende-se com os locais que com sombra, nomeadamente do módulo e dos cosmonautas que aparece suficientemente iluminados, indiciando o uso iluminação artificial. 

Refira-se, ainda, que a transmissão da conversa entre Neil Armstrong, na Lua, com a NASA, na Terra, fez-se em tempo real, contrariando o facto de ainda hoje isto ser impossível sem que haja um distanciamento temporal, dada a distância entre os dois corpos celestes.

Para finalizar, não se compreenda que os filmes realizados pela missão Apollo 11 possam ter sido apagados, conforme a própria NASA anunciou, em 2009, para economizar dinheiro, gravando intencionalmente outras imagens e dados de satélites em cima das fitas originais que continham o facto histórico mais importante da NASA, sem que tenham sido feito cópias.

Enviar um comentário